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	<title>Rede dos Macaubeiros</title>
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	<description>Macaúba é melhor do que petróleo!</description>
	<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:41:21 +0000</pubDate>
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		<title>Finlandeses buscam parceria com a Embrapa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Uma delegação composta por dirigentes das quatro principais instituições finlandesas de pesquisa e desenvolvimento visitou a Sede da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa - na manhã desta segunda-feira, 23/11/09.
A Academia da Finlândia (AKA), o Fundo Finlandês para Inovação (SITRA), o Centro de Pesquisa Tecnológica da Finlândia (VTT) e a Agência Finlandesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div><span lang="PT-BR">Uma delegação composta por dirigentes das quatro principais instituições finlandesas de pesquisa e desenvolvimento visitou a Sede da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa - na manhã desta segunda-feira, 23/11/09.</span></div>
<p><span lang="PT-BR">A Academia da Finlândia (AKA), o Fundo Finlandês para Inovação (SITRA), o Centro de Pesquisa Tecnológica da Finlândia (VTT) e a Agência Finlandesa de Financiamento de Tecnologia e Inovação (TEKES) formam o Fórum de Pesquisa e Tecnologia que é o colegiado mais importante da implementação da política de Ciência e Tecnologia naquele país. O objetivo da visita ao Brasil é conhecer as políticas do Governo Federal nos campos da <strong>energia</strong> e encontrar assuntos de interesse comum que poderão ser objeto de projetos conjuntos.</p>
<p>O Chefe da Assessoria de Relações Internacionais da Embrapa, Elísio Contini, apresentou o avanço das pesquisas desenvolvidas pela empresa desde sua criação na década de 70, como por exemplo, a expansão da soja no País. Ele enfatizou que a empresa além de produzir tecnologias para grandes áreas desenvolve pesquisas para agricultura familiar. E, também possui escritórios em diversos países para realizar pesquisas e transferência de tecnologia, como é o caso dos Laboratórios Virtuais nos Estados Unidos, na Europa e na Coreia, bem como escritórios de transferência de tecnologia, como os situados em Gana e na Venezuela.</p>
<p>Entre outros fatores, Contini destacou, a adoção de tecnologias como um dos grandes motivos para aumento da produtividade agropecuária no Brasil . &#8220;A produção de grãos no País cresceu em cerca de 5,5% ao ano no período de 1978 a 2007, enquanto a área cultivada aumentou apenas 1,1% ao ano&#8221;, disse Contini. Também mostrou as preocupações da pesquisa com a mitigação dos efeitos da agropecuária sobre as mudanças climáticas. Mostrou que a fixação biológica de nitrogênio, o cultivo mínimo e a integração lavoura-pecuária-floresta são práticas poupadoras de insumos que evitam a degradação do meio ambiente e incrementam o uso dos recursos naturais, como água e solo.</p>
<p>Em relação às <strong>energia</strong>s renováveis, o Chefe de Comunicação e Negócios da Embrapa Agroenergia, José Manuel Cabral fez uma explanação geral da matriz energética brasileira em comparação a do mundo. Em geral, 88% da <strong>energia</strong> utilizada no mundo, no ano de 2008, era proveniente de fontes não-renováveis, sendo que 35% vieram do petróleo, 25% do carvão e 21% do gás natural. No Brasil, como resultado de diversos programas governamentais, 46% de toda a <strong>energia</strong> consumida no ano passado foi gerada por fontes renováveis, com 31,5% provenientes de biomassa, sendo 16% derivados da <strong>cana-de-açúcar</strong> e 15% da <strong>energia</strong> hidráulica.</p>
<p>Cabral destacou os aspectos econômicos, sociais e a produção regional de culturas energéticas no Brasil. Quanto ao <strong>biodiesel</strong>, citou as matérias-primas mais utilizadas (soja, algodão e gordura animal) e as que estão em domesticação (pinhão-manso, macaúba, inajá). Atualmente, no País, todo o óleo diesel recebe 4% de biodesel, porcentual que subirá, a partir de janeiro de 2010, para 5%.</p>
<p>O Chefe de Comunicação expôs as pesquisas que estão em andamento na empresa para atender o Plano Nacional de Agroenergia, em especial as florestas energéticas, uma das ações de interesse dos finlandeses. Com 76 % da sua superfície coberta por florestas, a Finlândia é o país com a maior percentagem de área florestal na Europa. A silvicultura privada desempenha um papel muito importante na Finlândia, pois entre 80 e 90 % da madeira utilizada na indústria vem das florestas privadas. Por causa do número elevado de proprietários de floresta, as propriedades são relativamente pequenas, sendo o tamanho médio de uma propriedade de apenas 26 hectares.</p>
<p>Cerca de 5,3 milhões de pessoas vivem na Finlândia, sendo que a maior parte da população está concentrada no sul do país. É o oitavo país da Europa em termos de área, com 338.145 km² e o país menos povoado da União Européia. De acordo com o Presidente da VTT, Erkki Leppävuori, eles têm a meta de redução em 20% das emissões de gases do efeito estufa, de 20% do uso de combustíveis fósseis e também de 20% do consumo per capita de <strong>energia</strong> até 2020. Leppävuori, também mostrou dados da utilização de <strong>energia</strong> na Finlândia, declarando que cerca de 25% da <strong>energia</strong> consumida naquele país derivam de fontes renováveis, principalmente da madeira e seus resíduos. A expectativa para 2020 é aumentar o consumo de <strong>bioenergia</strong> em 50%, de modo a atingir cerca de 38% de <strong>energia</strong> renovável.</p>
<p>Nos pontos específicos para cooperação, o Diretor Geral da Academia da Finlândia, Markku Mattilla, esclareceu que existe um acordo entre a Academia e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que está financiando a execução de 6 projetos bi-nacionais em assuntos ligados ao estudo das mudanças climáticas e da melhoria das rotas tecnológicas na conversão de <strong>energia</strong> de biomassa.</p>
<p>Em relação à cooperação com a Embrapa, foram identificados como possíveis temas: a elaboração de aspectos conceituais e práticos de biorrefinarias para aproveitamento integral das matérias-primas e da <strong>energia</strong> de diversos tipos de biomassas, a otimização de processos termoquímicos como a pirólise e a gaseificação de madeira e derivados, o aproveitamento de resíduos com finalidades energéticas e o desenvolvimento de instrumentos e processos para utilização de satélites em zoneamentos agro-climáticos, levantamento e quantificação da ocorrência de espécies nativas e plantadas, avaliação de riscos climáticos, entre outros.<br />
<em></em></p>
<p><em>Fonte: Agora MS</em><span style="font-size: x-small"><span style="font-family: Times New Roman"> </span></span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Tocantins pesquisa macaúba</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[

13/11/09 - A palmeira macaúba, ou coco-baboso, planta típica das florestas tropicais, surge como mais uma fonte alternativa para a extração de óleo para produção de biocombustíveis. No Tocantins, o governo do estado, por meio da parceria entre a Seagro - Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa [...]]]></description>
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<p><span lang="PT-BR"></p>
<p align="justify">13/11/09 - A palmeira macaúba, ou coco-baboso, planta típica das florestas tropicais, surge como mais uma fonte alternativa para a extração de óleo para produção de biocombustíveis. No Tocantins, o governo do estado, por meio da parceria entre a Seagro - Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - implantaram, no Centro Agrotecnológico de Palmas, um experimento para avaliar o potencial da planta.</p>
<p>Os estudos estão avaliando cinco acessos (materiais) de diferentes regiões do país para descobrir quais são as palmeiras mais adaptáveis e as que possuem maior produtividade. Uma das vantagens da macaúba é a sua elevada produção de óleo, chegando a 4.500 litros por hectare. A extração é simples, feita por moagem e prensagem dos frutos, explica o coordenador de <strong>agroenergia</strong> da Seagro, Luiz Vieira. O resíduo ou a torta de macaúba pode ser usado como fertilizante orgânico ou como ração para bovinos, caprinos e ovinos. E ainda, o endocarpo (casca grossa) pode ser transformado em carvão.</p>
<p>Outro aspecto favorável da oleaginosa é o plantio consorciado, que pode proporcionar a diversidade de culturas. Na fase inicial, até aos cinco anos de vida, é possível inserir culturas como o arroz, feijão e milho.</p>
<p><em>Fonte: Globo Rural - Rede Globo</em></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Pesquisas de biodiesel na UFLA</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[23/11/09 - Não é novidade para ninguém, em qualquer parte do planeta, que o desmatamento, a poluição do ar, rios e mares, o lixo urbano e outras desordens dessa natureza têm provocado mudanças climáticas nos últimos anos. O grande desafio da geração atual é aliar o desenvolvimento econômico com auto-sustentabilidade, geração de emprego e renda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">23/11/09 - Não é novidade para ninguém, em qualquer parte do planeta, que o desmatamento, a poluição do ar, rios e mares, o lixo urbano e outras desordens dessa natureza têm provocado mudanças climáticas nos últimos anos. O grande desafio da geração atual é aliar o desenvolvimento econômico com auto-sustentabilidade, geração de emprego e renda, e desenvolvimento social. Esse desafio, no entanto, é necessário para promover a salvação do planeta, principalmente para as gerações futuras.</p>
<p>Uma das alternativas para a preservação da natureza são as fontes diferenciadas de <strong>energia</strong>. Nesse sentido, o <strong>biodiesel</strong> surge como uma maneira de amenizar essa situação: um combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, produzido a partir de diversas espécies vegetais, como a mamona, palma, girassol, babaçu, macaúba, amendoim, pinhão manso e soja etc.</p>
<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) desenvolve várias linhas de pesquisa na área de <strong>biodiesel</strong>, sob a coordenação dos professores Pedro Castro Neto, do Departamento de Engenharia, e Antônio Carlos Fraga, do Departamento de Agricultura. Ao todo, 18 projetos são realizados em parceria com várias entidades, como o FINEP, Embrapa, Fapemig, CNPQ e outras. Os trabalhos se concentram na cadeia produtiva do <strong>biodiesel</strong>, com a análise de todo o processo de extração, purificação, produção e utilização do produto.</p>
<p>&#8220;Buscamos basear nossos trabalhos nas demandas cotidianas, com questões bem objetivas, sempre em busca da auto-sustentabilidade e do desenvolvimento econômico e social&#8221;, afirma Fraga.</p>
<p>Ainda de acordo com professor Fraga, o Brasil é o terceiro maior produtor de biocombustível no mundo. Em 2005, o governo federal decretou obrigatoriedade de se adicionar ao diesel pelo menos 2% de <strong>biodiesel</strong>. Em julho deste ano, este índice subiu para 4%, e em 2010 serão 5%. &#8220;Com esse índice, vamos praticamente igualar aos países da Europa que, no ano que vem, terão uma mistura de 5,75%. Daí a importância de estarmos sempre pesquisando e buscando alternativas para aumentar e aperfeiçoar a produção de <strong>biodiesel</strong>&#8220;.</p>
<p>Para o professor Pedro Castro Neto, a produção de biocombustíveis representa não só o desenvolvimento de fontes de <strong>energia</strong>s renováveis, mas também um grande impacto social. Com a implantação de usinas de <strong>biodiesel</strong>, como a inaugurada em Montes Claros, no começo deste ano, permite a economia de divisas com a importação de petróleo e óleo diesel. Também reduz a poluição ambiental e gera alternativas de empregos em áreas geograficamente menos atraentes, promovendo a inclusão social e gerando riqueza no campo com as plantações de oleaginosas para a produção de <strong>biodiesel</strong>&#8220;.</p>
<p><em><span style="font-family: Arial;font-size: small"><span style="font-family: Arial;font-size: small"><em>Fonte: Assessoria de Comunicação da UFLA</p>
<p></em></span></span></em></span></p>
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		</item>
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		<title>Comentário do Francisco, de Montes Claros</title>
		<link>http://ongtremmacaubeiros.blog.terra.com.br/2009/11/23/comentario-do-francisco-de-montes-claros/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados macaubeiros.
Sou da gerencia de produção agrícola da Petrobras Biocombustível em Montes Claros e coordeno o programa de côco macaúba para produção de biodiesel, gostaria de estar sempre recebendo informações aí de vocês. Gosto muito de todos os trabalhos de vocês, por isso gostaria de receber sempre que possível, informações sobre macaúba.
　Francisco Petroni Ramos
Petrobrás Biocombustíveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span lang="PT-BR">Prezados macaubeiros.</span></div>
<p><span lang="PT-BR">Sou da gerencia de produção agrícola da Petrobras Biocombustível em Montes Claros e coordeno o programa de côco macaúba para produção de biodiesel, gostaria de estar sempre recebendo informações aí de vocês. Gosto muito de todos os trabalhos de vocês, por isso gostaria de receber sempre que possível, informações sobre macaúba.</p>
<p>　Francisco Petroni Ramos</p>
<p>Petrobrás Biocombustíveis – Montes Claros</p>
<p> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Informações sobre a colheitadeira paraguaia</title>
		<link>http://ongtremmacaubeiros.blog.terra.com.br/2009/11/17/informacoes-sobre-a-colheitadeira-paraguaia/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de obter o contato do sr. Marcelo Mencarini, pois temos interresse em adquirir algumas unidades da coletora de macauba.
Zeno Martins de Assis 

Resposta
Prezado sr. Zeno,
Agradecemos seu contacto e acesso ao nosso blog. Temos grande admiração pela AGROPALMA, que teve algumas raízes em BH.
A Agropalma é a melhor referência brasileira na produção de óleos de palmáceas, com um exemplar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Gostaria de obter o contato do sr. Marcelo Mencarini, pois temos interresse em adquirir algumas unidades da coletora de macauba.</em></h3>
<h3><em>Zeno Martins de Assis</em> </h3>
<p><span lang="PT-BR"></p>
<h3>Resposta</h3>
<h3>Prezado sr. Zeno,</h3>
<h3>Agradecemos seu contacto e acesso ao nosso blog. Temos grande admiração pela AGROPALMA, que teve algumas raízes em BH.</h3>
<h3>A Agropalma é a melhor referência brasileira na produção de óleos de palmáceas, com um exemplar trabalho na área de recursos humanos. Sabemos da possibilidade da AGROPALMA utilizar a macaúba como fonte futura de óleos vegetais, e enviaremos dados do Mencarini, como solicitado em seu e-mail.</h3>
<h3>Outras informações sobre a colheitadeira, e outros equipamentos para colheita de côco podem ser acessados nos endereços</h3>
<p><a href="http://www.acrocomiasolutions.com/uploads/pdf/informacion_nut_wizard_2.pdf"><span lang="PT-BR">http://www.acrocomiasolutions.com/uploads/pdf/informacion_nut_wizard_2.pdf</span></a><span lang="PT-BR"><a href="http://www.acrocomiasolutions.com/es/servicios-de-acrocomia-solutions/productos"><span lang="PT-BR">http://www.acrocomiasolutions.com/es/servicios-de-acrocomia-solutions/productos</span></a><span lang="PT-BR"></p>
<h3>Atenciosamente</h3>
<h3>Francisco Augusto Oliveira</h3>
<h3>Rede dos Macaubeiros</h3>
<p></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisas com macaúba no exterior</title>
		<link>http://ongtremmacaubeiros.blog.terra.com.br/2009/11/10/pesquisas-com-macauba-no-exterior/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 21 e 22 de outubro de 2009 foi realizado o 1º Seminario de Planejamento para o Desenvolvimento do Cultivo de Côco Mbokajá (macaúba) no hotel &#8220;Casa del Monte&#8221; na localidade de Atyrá, Paraguai. Foram tratados temas sobre o desenvolvimento do cultivo, o panorama atual e planejamento de atividades e pesquisas a serem realizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Nos dias 21 e 22 de outubro de 2009 foi realizado o 1º Seminario de Planejamento para o Desenvolvimento do Cultivo de Côco Mbokajá (macaúba) no hotel &#8220;Casa del Monte&#8221; na localidade de Atyrá, Paraguai. Foram tratados temas sobre o desenvolvimento do cultivo, o panorama atual e planejamento de atividades e pesquisas a serem realizadas entre: a Universidade Católica &#8220;Nuestra Señora de la Asunción&#8221; (Paraguai), a Universidade Nacional de Formosa (Argentina) e a Universidade de Hohenheim (Alemanha) com a participacão de outras institucões.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acrocomiasolutions.com">www.acrocomiasolutions.com</a></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Macaúba desperta atenção na INOVATEC</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 10:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A produção de biodiesel com os óleos da macaúba é uma das inovações que despertou maior atenção dentre as que a Embrapa apresentou na 5ª Feira da Inovação Tecnológica (INOVATEC), que aconteceu em Belo Horizonte, de 6 a 9 de outubro. Muitos visitantes ficam surpresos ao saber que dos &#8220;coquinhos&#8221; pode ser obtido biodiesel, afinal a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>A produção de biodiesel com os óleos da macaúba é uma das inovações que despertou maior atenção dentre as que a Embrapa apresentou na 5ª Feira da Inovação Tecnológica (INOVATEC), que aconteceu em Belo Horizonte, de 6 a 9 de outubro. Muitos visitantes ficam surpresos ao saber que dos &#8220;coquinhos&#8221; pode ser obtido biodiesel, afinal a macaúba pode ser encontrada facilmente em Belo Horizonte, pois é nativa da RMBH.No estado Minas Gerais, a macaúba é utilizada com finalidades alimentares e para produção de óleo e sabão. Entretanto, os pesquisadores estão estudando como aproveitar de forma econômica e sustentável os frutos dessa palmeira para a produção de biodiesel, ração animal e carvão. </p>
<p>A Embrapa Agroenergia e a Embrapa Cerrados, com financiamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estão realizando um levantamento da ocorrência de maciços nativos de macaúba nos estados de Minas e Goiás. Os resultados desse estudo podem levar à definição de regiões para instalação de usinas de biodiesel.</p>
<p>Uma das razões para o grande interesse que essa palmeira desperta é a elevada produção de óleo, que chega a 5.000 litros/hectare. A extração do óleo é simples, feita por moagem e prensagem dos frutos, explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia, Leonardo Bhering. O resíduo da extração, a &#8220;torta de macaúba&#8221; pode ser usada como fertilizante orgânico ou como ração para bovinos, caprinos e ovinos.</p>
<p>Em curto prazo será aproveitada a matéria prima dos bosques nativos de macaúba para a produção de biodiesel. Para evitar o rápido esgotamento da fonte energética são estudadas práticas de extrativismo sustentável, com a realização de inventário detalhado na área de abrangência dos maciços, o planejamento da conservação e uso dos recursos genéticos disponíveis, o zoneamento do tipo de atividades permitidas e a definição de normas de uso da área, de acordo com a potencialidade do zoneamento para cada atividade. Também são realizados estudos para obter sistemas de produção, onde a macaúba será cultivada em plantios racionais. Para isso, enfatiza Bhering estão sendo feitas pesquisas com melhoramento genético, plantio, adubação, espaçamento entre plantas e obtidas as informações necessárias para o estabelecimento de um sistema de produção. Uma vantagem desse tipo de plantação é que podem ser produzidos alimentos (feijão, milho) durante a implantação da cultura e após quatro anos, quando as palmeiras atingirem a altura de 7 a 10 metros e estiverem em produção normal de frutos, pode-se plantar capim para criar gado. É um sistema integrado com bom rendimento, pois o gado se alimenta do capim e dos frutos que, eventualmente, caem das árvores e o esterco produzido pelos animais fertiliza as palmeiras.</p>
<p>Combinação de matérias primas</p>
<p>A macaúba não deve ser utilizada como única matéria prima para a alimentação de uma usina de biodiesel, pois o período de colheita dos frutos é de apenas quatro meses. Para que a usina possa funcionar durante todo o ano, será necessário utilizar outras oleaginosas, como soja, girassol, algodão, mamona e também sebo bovino. Cada uma das combinações de matérias-primas exige estudos e pesquisas específicos. Uma proposta apresentada pela Embrapa é o estabelecimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs) que possam atender a necessidade do suprimento contínuo de matérias-primas para a produção de biodiesel e que permitam otimizar o uso das terras e o balanço energético global.</p>
<p>Nesse tipo de APL será vantajosa a formação de associações ou cooperativas de produtores que instalem unidades de esmagamento das matérias-primas. O óleo vegetal extraído será transportado até a usina de biodiesel e as tortas resultantes da extração serão aproveitadas pelos próprios produtores das oleaginosas, tanto para alimentação animal, quanto para utilização como adubo. Com esse esquema, o raio de produção da matéria prima poderá ser ampliado, o que não seria econômico se a matéria prima integral fosse transportada ate à usina de biodiesel e a torta transportada de volta até as regiões produtoras.</p>
<p>Leonardo Bhering diz que a implantação de uma usina de biodiesel requer cuidadoso planejamento, com estudos de localização e de logística do abastecimento, da distribuição do biodiesel e dos sub-produtos. &#8220;É muito importante que seja garantida a disponibilidade de matérias primas para que a indústria possa funcionar o ano todo, garantindo a produção plena e custos mais baixos&#8221; conclui o pesquisador.</p>
<p><em>Embrapa Agroenergia<br />
Agroenergia: foco em soluções - da biomassa à energia<br />
Internet: www.cnpae.embrapa.br<br />
Jornalistas: Daniela Garcia Collares (MTb/114/01 RR)<br />
E-mail: daniela.collares@embrapa.br<br />
Tel: (61) 3448-1581<br />
Estagiário: Leonardo Ferreira</em></p>
<p>Colaboração<br />
José Manuel Cabral<br />
Jose.cabral@embrapa.br<br />
Macaúba pode ser alternativa para biodiesel</h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Teses de doutorado da Gisele</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
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Acrocomia aculeata (Jacq.) Lodd. ex Mart. - ARECACEAE: BASES PARA O EXTRATIVISMO SUSTENTÁVELGisele Maria Amim Caldas Lorenzi

Tese apresentada ao Curso de Pós- Graduação em Agronomia, área de concentração em Produção Vegetal, Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná, como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Doutor [...]]]></description>
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<p><span lang="PT-BR">Acrocomia aculeata <span style="font-family: Arial-BoldMT"><span style="font-family: Times New Roman">(Jacq.) Lodd. ex Mart. - ARECACEAE: BASES PARA O EXTRATIVISMO SUSTENTÁVEL</span>Gisele Maria Amim Caldas Lorenzi</p>
<p></span></p>
<p><span style="font-family: ArialMT;font-size: x-small"><span style="font-family: ArialMT;font-size: x-small">Tese apresentada ao Curso de Pós- Graduação em Agronomia, área de concentração em Produção Vegetal, Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná, como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Doutor em Ciências.</p>
<p>Orientadora: Drª Raquel R. B. Negrelle</p>
<p>Co-orientadora: Drª Solange R. Zaniolo</p>
<p></span></span><span style="font-family: ArialMT">CURITIBA - 2006</p>
<p></span><span style="font-family: Arial;font-size: x-small"><span style="font-family: Arial;font-size: x-small">A tese, com 166 páginas, pode ser lida, na íntegra em:</p>
<p></span></span><span style="font-size: x-small"><span lang="PT-BR"><font size="2"> </p>
<p></font></span></span> </p>
<p><a href="http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/5279/1/Acrocomia%20aculeata.pdf"><span style="font-size: x-small"><font size="2"><span lang="PT-BR">http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/5279/1/Acrocomia%20aculeata.pdf</span></font></span></a><span style="font-size: x-small"><font size="2"></font></span></span></p>
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		<title>Produção de óleo de macaúba de qualidade</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Nativa em Minas Gerais, integrante natural das pastagens, a palmeira macaúba é a mais nova promessa que desponta no mercado de biocombustíveis, cosméticos, fármacos, podendo seu óleo, ser usado até mesmo para a culinária. Projeto pioneiro de beneficiamento do coquinho, fruto da planta, está sendo desenvolvido em Jaboticatubas, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Nativa em Minas Gerais, integrante natural das pastagens, a palmeira macaúba é a mais nova promessa que desponta no mercado de biocombustíveis, cosméticos, fármacos, podendo seu óleo, ser usado até mesmo para a culinária. Projeto pioneiro de beneficiamento do coquinho, fruto da planta, está sendo desenvolvido em Jaboticatubas, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os resultados preliminares são animadores: pela primeira vez foi extraído do coco um óleo de qualidade, que já é comercializado.</p>
<p>O trabalho é o resultado de um projeto conjunto entre a empresa Paradigma Óleos Vegetais, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Embrapa Agroindústria de Alimentos, e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que mantém linha de incentivo a pequena indústria.</p>
<p>Até então, a macaúba era vista como uma palmeira nativa encontrada com facilidade pelas pastagens de Minas, com grandes cachos de coco, de onde é extraído um óleo ácido usado na fabricação de sabão. No entanto, as possibilidades de aproveitamento da planta são infinitamente maiores. &#8220;Do coco se aproveita tudo, da casca que se transforma em energia, a castanha de onde se tira um óleo puro&#8221;, observa Sérgio Motoike, professor pesquisador do Departamento de Fitotecnia da UFV. Para Marcelo Araújo, engenheiro de automação e processos, sócio-proprietário da empresa Paradigma, a palmeira é uma grande descoberta e um projeto promissor. &#8220;Xeiques árabes olham a areia do Oriente e enxergam o petróleo. Quando olho para os campos de Minas vejo a mesma coisa, o combustível do futuro no fruto da macaúba&#8221;, compara o engenheiro, explicando de onde surgiu a inspiração para dar início ao projeto, que, com tecnologia e pesquisa, está extraindo do fruto da palmeira um óleo quase tão puro quanto o de oliva.</p>
<p>&#8220;Quando olho para os campos de Minas, vejo o combustível do futuro no fruto da macaúba&#8221; - Marcelo Araújo, Engenheiro e um dos idealizadores do projeto</p>
<p>Do coco dessa planta 100% brasileira é possível conseguir três tipos de óleo. O primeiro é retirado da matéria-prima já em processo de decomposição e não requer técnica elaborada. &#8220;Nesse processo rudimentar, o fruto pode ser armazenado no máximo por cinco dias após a colheita e o óleo tem alta acidez, cerca de 45%, usado na fabricação de sabão&#8221;, explica Araújo. O que começa a ser feito agora é um processo semelhante ao desenvolvido na extração do óleo de palma (dendê). Com tecnologia, um produto bem mais puro está sendo retirado da polpa do coco, matéria-prima para o mercado de biocombustíveis. Um terceiro óleo, atingindo acidez de apenas 0,5%, concorrente do dendê, é extraído da castanha do coco sendo indicado para a indústria de cosméticos e também para alimentação humana.</p>
<p>Jaboticatubas foi escolhida como cidade sede do empreendimento por ter grande concentração da planta. A palmeira está presente no Norte, Nordeste, Centro-Oeste do país, mas é no Sudeste, especialmente em Minas Gerais, que está a maior quantidade da espécie. São aproximadamente 7 milhões de plantas, sendo que a maior concentração ocorre na Região Metropolitana de BH.</p>
<p>Marinella Castro</p>
<p> Portal jornal  Estado de Minas, Caderno Agropecuário</p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>VALE investe em dendê</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ongtrem.macaubeiros</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Locomotivas serão movidas a biodiesel
30/10/09
Fonte: Valor Econômico 
 - Em consórcio com a empresa produtora de dendê Biopalma da Amazônia, a Vale produzirá, a partir de 2014, biodiesel para mover suas locomotivas em operação no Norte do país e os equipamentos de exploração de minério de ferro nas minas de Carajás (PA). O consórcio, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Locomotivas serão movidas a biodiesel</p>
<p><em>30/10/09</p>
<p><em>Fonte: Valor Econômico</em><span style="font-size: x-small"><span style="font-family: Times New Roman"> </span></span></p>
<p></em> - Em consórcio com a empresa produtora de dendê Biopalma da Amazônia, a Vale produzirá, a partir de 2014, <strong>biodiesel</strong> para mover suas locomotivas em operação no Norte do país e os equipamentos de exploração de minério de ferro nas minas de Carajás (PA). O consórcio, que investirá US$ 500 milhões no sistema produtivo, deve ser o maior produtor de óleo de palma da América. A Vale aportará US$ 305 milhões na nova parceria, na qual terá 41% do capital. A companhia planeja construir uma usina de <strong>biodiesel</strong> no Pará até 2011.</p>
<p>A estratégia da Vale inclui a substituição de 20% do diesel consumido por suas 216 locomotivas do Norte pelo <strong>biodiesel</strong> a base de óleo de dendê. A tecnologia de conversão dos motores foi desenvolvida pela Vale Soluções em Energia (VSE), empresa cujo capital é dividido ao meio com o BNDES. &#8220;Já temos <strong>biodiesel</strong> para rodar com 3% de mistura ao diesel, mas precisamos ampliar a produção e ter autossuficiência para atingir os 20% em 2014&#8243;, diz o diretor de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Vale, Luiz Cláudio Castro.</p>
<p>O plantio do dendê ocorrerá em 130 mil hectares de seis municípios do Centro-Norte do Pará e garantirá à Vale o oferta de todo o <strong>biodiesel</strong> necessário para suas locomotivas - 60 mil hectares serão plantados e 70 mil vão servir para recompor as áreas de reserva legal.</p>
<p>No Sul, a Vale negocia com a Petrobras o uso de gás nas locomotivas, tecnologia desenvolvida pela VSE. &#8220;Só dependemos da oferta e da disponibilidade desse gás para incluir o combustível na nossa matriz energética de transporte&#8221;, afirma Castro. A Vale é dona de 10,2 mil km de ferrovias e, por esses trilhos, transporta grãos, combustíveis, produtos químicos, materiais de construção e todas as matérias-primas para a siderurgia.</p>
<p>A companhia estima uma produção anual de 500 mil toneladas de óleo de dendê, o que deve significar 160 mil toneladas de <strong>biodiesel</strong> por ano. &#8220;A conta ambiental será mais importante do que o resultado financeiro&#8221;, diz o diretor da Vale. &#8220;Faremos a recomposição das reservas legais e de áreas de preservação permanente por meio dessa iniciativa. Estamos apagando um passivo dessas áreas.&#8221;</p>
<p>A empresa planeja corte de 12 milhões de toneladas de CO2 - o equivalente à poluição causada por 200 mil carros a cada ano. O consórcio prevê gerar 6 mil empregos diretos nas áreas de produção, situadas numa região responsável por um dos mais baixos IDHs do país. Já foram plantadas 800 mil mudas de dendê em 5 mil hectares na região dos municípios de Moju, Acará e Baião. O consórcio prepara outras 2,3 milhões de mudas para ampliar em 12,5 mil a área cultivada até o início de 2010. </span></p>
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